O Li vro

“Eu lhes tenho transferido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos: Eu neles e Tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que Tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.” (Jo 17.23)

 

 

 

 

 

 

 

 

“Unicamente Cristãos...”

Bases e Diretrizes Bíblicas para a Comunhão no Corpo de Cristo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lemas:   "Onde a Bíblia fala, nós falamos; Onde a Bíblia cala, nós calamos”. "No essencial, unidade; Nas opiniões, liberdade; Em todas as coisas, o amor". Não somos os únicos cristãos, mas somos unicamente cristãos".

 

 

 

SUMÁRIO (clique no CAPÍTULO DESEJADO PARA acessar o respectivo conteúdo)

APRESENTAÇÃO

 CAPÍTULO UM

CONSIDERAÇÕES BÍBLICAS G ERAIS SOBRE A IGREJA 

I.       FIGURAS DA IGREJA

O princípio da Igreja na criação

O princípio da Igreja na Velha Aliança

II.      A INSTITUIÇÃO DA IGREJA DE JESUS CRISTO

III.     IGREJA E RELIGIÃO

IV.     IGREJA E CONGREGAÇÃO

Significado e relevância do ato de congregar

A Igreja de Cristo e sua aparente subdivisão

Onde congregar?

CAPÍTULO DOIS

A HISTÓRIA DA IGREJA E O MOVIMENTO DE RESTAURAÇÃO

V.      O CONGREGAR DE JESUS E DOS PRIMEIROS CRISTÃOS

VI.     HISTÓRIA DA IGREJA E SUAS PRINCIPAIS RAMIFICAÇÕES (EM CONFEÇÃO)

VII.    MOVIMENTO DE RESTAURAÇÃO À UNIDADE DO CORPO DE CRISTO

História do Movimento de Restauração (EM CONFEÇÃO)

Princípios do Movimento de Restauração

Papel e Utilidade dos Concílios

VIII.   COMUNHÃO ENTRE CONGREGAÇÕES

IX.     CONCLUSÕES

CAPÍTULO TRÊS

A APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA IGREJA PRIMITIVA E DO MOVIMENTO DE RESTAURAÇÃO PARA UM CONGREGAR SEM SUBORDINAÇÃO DENOMINACIONAL OU FILIAÇÃO RELIGIOSA 

X.      INTRODUÇÃO

XI.     COMUNHÃO IMEDIATA/DIRETA

Por que vincular-se a um grupo ou movimento religioso e por que conferir formalidade jurídica à comunhão?      

Por que o Movimento de Restauração?

XII.    PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA A CONGREGAÇÃO LOCAL

1º) IDENTIDADE NO CORPO DE CRISTO

2º) NO ESSENCIAL, UNIDADE...

3º) LIBERDADE NAS OPINIÕES

4º) EM TODAS AS COISAS, AMOR

5º) UNIDADE DO CORPO DE CRISTO E NÃO SECTARISMO

6º) TITULOS E HIERARQUIAS

6º) DÍZIMOS/OFERTAS (Quanto e onde entregar?)

7º) BATISMO (Forma)

8º) SANTA CEIA (Requisitos para a participação)

9º) SABADO

10) ORAÇÃO (EM CONFECÇÃO)

11) A BÍBLIA SAGRADA (EM CONFECÇÃO)

12) DOS DO ESPÍRITO NA ATUALIDADE (EM CONFECÇÃO)

XIII.   NOME DE IDENTIFICAÇÃO

XIV.  NÍVEIS DE COMUNHÃO

Comunhão de Amizade     

Comunhão Cristã Geral (comunhão mediata)      

Comunhão Cristã Local (comunhão imediata)

XV.   FORMAS DE COMUNHÃO

XVI. FORMAS DE PASTOREIO NA COMUNHÃO

XVII. CONCÍLIOS LOCAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

APRESENTAÇÃO

O presente trabalho tem por objeto as bases e diretrizes da Igreja instituída por Cristo, bem como sua aplicação prática para a comunhão nos dias atuais. Longe de pretender esgotar o assunto, a abordagem será dividida em três partes.

Na primeira, buscar-se-á abordar os principais preceitos bíblicos aplicáveis à igreja, tais como em que consiste, qual a sua natureza e finalidade, qual a sua relação com a religião, bem como sua indivisibilidade diante da existência de inúmeras religiões e denominações ditas cristãs. Sustentar-se-á que integrar e manter comunhão com a igreja de Jesus vai muito além, e não as inclui, das práticas e rituais religiosos assimilados como condição para a inclusão e manutenção no Corpo de Cristo: duas ou três pessoas reunidas em nome de Jesus, nada mais é necessário para configuração de sua Igreja em determinado momento e lugar.

A segunda parte ocupar-se-á de um breve olhar pela história da Igreja, desde o seu nascedouro, com ênfase no Movimento de Restauração, do qual serão extraídos importantes princípios bíblicos para a comunhão da Igreja em nossos dias. Nesse ponto, procurar-se-á demonstrar a viabilidade atual da comunhão plena do Corpo de Cristo entre as diversas denominações e religiões ditas cristãs, sem prejuízo das convicções e divergências de cada uma delas em questões bíblicas secundárias.

A abordagem da terceira parte, por fim, dirá respeito à aplicação de tais princípios cristãos como base para a comunhão e congregação sem subordinação denominacional. Objetivará, ainda, explicitar tais princípios para um pequeno e embrionário grupo de irmãos e amigos que começaram a vivenciar essa forma de comunhão.

Na medida do possível, procurarei grafar com inicial maiúscula a palavra Igreja sempre que me referir ao conjunto de pessoas que em todas as épocas e lugares integram o Corpo de Cristo, e com inicial minúscula (igreja) aquelas vezes em que estiver me referindo ao ajuntamento em determinado lugar ou época. Procurarei fazer o mesmo com as expressões “Congregação” e “congregação”.